Actas do Capitulo Geral – Bolonha 2016

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Encontro Em Busca das Raizes

Tipo: Folheto triptico
Evento: Encontro em busca das raízes;
Organização: ISTA
Datas: 5 de Maio de 2018

Boletim Interno – ISET

Adenda ao trabalho: Cem Anos de Imprensa Dominicana (1900-2000)

FICHA

Nome: Boletim Interno do Instituto Superior de Estudos Teológicos

Entidade: ISET

Director: Frei Bento Domingues;

Anos de publicação: nº1, Junho de 1972, a nº15, 1975;

Localidade: Lisboa

 

Instituto Superior de Estudos Teológicos

INSTITUTO SUPERIOR DE ESTUDOS TEOLÓGICOS (ISET) – 1966-1975

Os desertos, se não matam, favorecem o sonho que alimenta a esperança e dá alento no caminhar, mesmo que seja uma simples miragem o que o horizonte nos aponta. Se a capacidade de sonhar não morrer, as próprias miragens podem funcionar como vislumbre do possível.

A tentativa de preencher o “vazio”, de sair do deserto, fez nascer a ideia do ISET, em 1966.

Não era um projecto da Igreja portuguesa. «A sua concepção surgiu de uma convergência de inquietações de casas de estudo de várias congregações religiosas e de seminários em face das exigências do Vaticano II no tocante à formação eclesiástica perante a pobreza e dispersão de recursos a nível de professores para poder dar resposta a essas exigências». Contava já com a experiência do Studium Dominicano Sedes Sapientiae, que funcionava há anos em Fátima e reunia alunos do Verbo Divino, da Consolata e dos Carmelitas, assim como alguns professores destes últimos. Era um centro de estudos com prestígio, tornando-se como que o esboço do que poderia ser um
grande Instituto de Estudos Eclesiásticos 15.

De facto, no início do ano lectivo 1967-1968, em Lisboa na casa dos Franciscanos, à Luz, foi possível reunir professores e alunos numa experiência inédita, quer em Portugal quer mesmo no campo do ensino eclesiástico.

A tentativa de resposta às questões levantadas sobre O homem no mundo de hoje e O cristão na Igreja de hoje, presidiu à organização das duas cadeiras fundamentais.

O curso do ISET tinha a duração de seis anos subdivididos em três ciclos: «No 1.º ciclo (dois anos – propedêutico), a preocupação dominante recaía sobre o aprofundamento da problemática levantada nas cadeiras acima apontadas; o 2.º ciclo (três anos – geral), procurava organizar uma reflexão sistemática sobre a problemática levantada no propedêutico; 3.º ciclo (um ano – pastoral), estudava as formas práticas de uma acção evangélica coerente. Por outro lado, a reflexão teológica e o estudo das ciências humanas deviam acompanhar-se ao longo de todos os anos»(16).

Esta iniciativa não foi acalentada pelo Cardeal Patriarca, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, que nunca abandonara o desejo de criar uma Universidade Católica, embora o tenha identificado, publicamente, com «um milagre», numa altura em que o ISET serviu para, pontualmente, resolver as dificuldades que o Seminário dos Olivais, entretanto,
lhe levantara (17).

Foi encerrado em 1975 «com prejuízos graves para a cultura católica em Portugal enquanto perspectiva teológica marcada pelo carisma da vida religiosa na Igreja deste País»(18), pois a maior parte dos alunos e professores haviam mudado para a Universidade Católica, recentemente criada.

(15) Frei Bento Domingues, 25 Anos de reflexão teológica, ISTA, Lisboa, 1979, p. 4. O Frei Bento foi o único
professor que colaborou na concepção do ISET, que aguentou até ao fim e que viu – como ele próprio diz
– «matar o rapaz», tendo sido uma «experiência das mais fascinantes em que participei. Nada frustante»
(16) Frei Bento Domingues, O.P., Uma experiência no ISET, in ISET, Julho-Outubro 1972, p. 24.
(17) Id., A Religião dos Portugueses, Porto/Lisboa, Figueirinhas, 1988, pp. 82-98.
(18) Ibidem, p. 83.

in: Maria Julieta Mendes Dias, A Teologia Católica em Portugal – de 1910 à actualidade;  Revista Lusófona de Ciências e Religiões, Ano IV, 2005, pág, 274

Lar de Santa Catarina

Folheto com os Estatutos do Lar de Santa Catarina de Sena

S.d.

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Tardes de Setembro 2012

Folheto de apresentação de ciclo de conferências organizados pelo ISTA nas cidades de Lisboa e Porto, 2012 Continuar a ler

Frades dominicanos em 1861 (Lisboa)

Frades da Ordem dos pregadores – século XIX

 

  1. Joaquim de Santa Rosa de Lima Cardoso, da Ordem dos Pregadores, Cónego Honorário da Sé de Évora e Examinador Synodal, Praça de D. Pedro, 74, 2º andar;
  2. Joaquim Moreira Pinto, da Ordem dos Pregadores, Cónego do Cabido da Sé Patriarchal, Juiz Suplente da Secção Ponteficia de Recurso, Desembargador da Relação e Curia Patriarchal, Director do Seminário de Santarém;
  3. António Ozório, egresso da Ordem dos Pregadores, Rua da Magdalena, 12, 1º andar;
  4. Chistiano Aurelio de Pina, Confessor das Religiosas de Santa Joanna, rua de Santa Joanna, 209;
  5. D. João Xavier de Sousa Trindade, egresso da Ordem dos Pregadores, Bispo eleito de Malaca e Timor, T. da Pereira (à Graça);
  6. Francisco de Santa Anna Figueiredo, egresso da Ordem dos Pregadores, Rua de Santa Joanna, 245, 2º;
  7. José Joaquim de Santa Joanna, egresso da Ordem dos Pregadores, Rua de Santa Joanna, 209;
  8. Manuel Carlos Ozorio, egresso da Ordem dos Pregadores, Rua Oriental do Paraíso, 40;
  9. Rafael Gomes de Almeida, egresso da Ordem dos Pregadores, Capelão do 1º Regimento d’ Artilharia, Rua do Val de Santo António, 89;
  10. Ricardo do Nascimento Godinho, egresso da Ordem dos Pregadores, Rua de Santa Joanna, 259, 1º andar;
  11. Filisberto Augusto Guedes Coutinho, da Ordem dos Pregadores, Rua de S. Caetano, 50

 

In Almanache do Clero do Patriarchado para o ano de 1861, BMP – AS/9/92.

Igual aos dados referentes ao mesmo Almanaque para o ano de 1862.